A ISO 31000:2018 (“Risk management — Guidelines”) fornece princípios, uma estrutura e um processo para gerir riscos em organizações de qualquer porte, atividade ou setor. O processo orienta a identificação, a análise, a avaliação, o tratamento, o monitoramento e a comunicação de riscos, com foco em melhoria contínua. Não é uma norma certificável.
É a 2ª edição, publicada em fevereiro de 2018 pelo comitê ISO/TC 262. A página da ISO informa que a edição foi revisada e confirmada em 2023 e que há revisão prevista. O texto da norma é pago; esta página resume o escopo com palavras próprias e não reproduz o conteúdo.
Ficha da norma
| Norma | ISO 31000:2018 — Risk management — Guidelines (no Brasil, ABNT NBR ISO 31000 — Gestão de riscos — Diretrizes) |
|---|---|
| Órgão | ISO, comitê ISO/TC 262; versão brasileira publicada pela ABNT |
| Edição | 2ª edição, fevereiro de 2018; confirmada em 2023; marcada para revisão segundo a página da ISO |
| Certificação | Não certificável: norma de diretrizes. Pode servir de base para auditorias internas ou externas. |
| Acesso | Texto pago, na ISO e no catálogo ABNT. Confira no catálogo ABNT o ano da edição brasileira. |
| Situação | Em vigor. Verificado em 30/10/2026. |
| Texto oficial | Fonte oficial (iso.org) |
O que a norma traz
| Elemento | Papel |
|---|---|
| Princípios | Explicam o valor da gestão de riscos e a base para aplicá-la |
| Estrutura | Como integrar a gestão de riscos à governança, à estratégia e às atividades da organização |
| Processo | Identificar, analisar, avaliar, tratar, monitorar e comunicar riscos |
| Melhoria contínua | Critérios para manter e aprimorar o sistema |
A ISO 31000 diz o que considerar e deixa a escolha de métodos para outras normas, como a IEC 31010.
Como usar em uma empresa B2B
- Como referência de política: a norma serve de referência para estruturar a política e o processo de gestão de riscos da empresa.
- Como base de auditoria: a própria ISO indica que a norma pode servir de base para programas de auditoria interna ou externa, mas não emite certificado.
- Como ponte para a segurança de processos: a análise de cenários e os estudos exigidos por normas como a CETESB P4.261 podem ser organizados dentro do processo de avaliação de riscos, sempre conforme o que cada norma específica pede.
Normas da mesma família
| Norma | Papel |
|---|---|
| IEC 31010:2019 | Técnicas de avaliação de riscos |
| ISO 31022:2020 | Gestão de risco legal |
| ISO 31073:2022 | Vocabulário de gestão de riscos |
| COSO ERM | Estrutura de gestão de riscos corporativos, de outra origem |
| ISO 22301:2019 | Continuidade de negócios |
Como a Avoid ajuda
A Avoid aplica a gestão de riscos em empresas industriais e portuárias, com análise de cenários, controles críticos e planos de emergência. Veja a avaliação e gerenciamento de riscos e a gestão de controles críticos.
Perguntas frequentes
A ISO 31000 é certificável?
Não: é uma norma de diretrizes, sem certificação. Pode servir de base para auditorias.
Qual a edição vigente?
ISO 31000:2018, 2ª edição, confirmada em 2023; a ISO indica revisão prevista.
A ISO 31000 é obrigatória?
Por si só, não é lei; costuma ser referência de política, contrato ou auditoria.
Qual a diferença para a ISO 31010?
A ISO 31000 trata de princípios, estrutura e processo; a IEC 31010 trata das técnicas de avaliação de riscos.
Onde compro a versão brasileira?
No catálogo ABNT; confira o ano da edição brasileira.
Normas relacionadas
Também citadas: ABNT NBR ISO 31000 (catálogo ABNT) · ISO 31073 · ISO 31010.
Revisado por André Novaes da Rocha, CREA-ES 025720/D em 30/10/2026. Fonte oficial: Fonte oficial (iso.org). Este resumo não substitui o texto oficial.